Qual “Portaria você gostaria de ter?”

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Este artigo tem por objetivo ajudá-lo (a) a ter alguns parâmetros e assim, facilitar um pouco mais a sua decisão.

Esperamos que após ler este artigo, a resposta possa ser dada por você mesmo (a), pois quando há a pretensão de eliminar serviços de portaria (postos de trabalhos), você precisa saber que o mínimo que precisará; é “repor eletrônicamente” as funções exercidas pelo porteiro e quais são as funções básicas de um potreiro?

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– Portaria Eletrônica Inteligente……………………………….………..………..…… (29 letras)

– Portaria Distante…………..………………………………………………..….…..… (16 letras)

– Portaria Automática….………………………………………………………….……. (18 letras)

– Portaria Eletrônica……………………………………………….………..………….. (18 letras)

– Portaria do Futuro………………………..…………………………………………… (18 letras)

– Portaria Inteligente…………………….……………………………………………… (19 letras)

– Porteiro Eletrônico…………………………………………………….….…………… (18 letras)

– Portaria Ausente….…………………………………………………………………… (15 letras)

– Portaria Distante………………………………………………………….…………… (16 letras)

– Portaria Virtual……………………………………………………………..………… (15 letras)

 

Qual delas você prefere?

Como escolher se parecem todas iguais? Esta é uma decisão aparentemente difícil não é verdade? 

Este artigo tem por objetivo ajudá-lo (a) a ter alguns parâmetros e assim, facilitar um pouco mais a sua decisão.

Igualdade só econtramos praticamente em apenas três itens:

Quantidade de letras: Pela demosntração acima, nota-se que os números são bem parecidos…,

Nome: Praticamente todas as denominações são sinônimos,

Objetivo: Por definição, imagina-se que todas objetivem automatizar os serviços de portaria o que terá terá por consequência, a “Redução de Custos”

A grande questão fica por conta de como cada empresa apresenta seu projeto, ou seja, o que cada uma oferece. Por questão de “Ética”, não definiremos uma a uma, pois os detentores (instaladores) de cada item, poderão se sentir prejudicados e certamente isso nos trará problemas. Nosso objetivo não é sob quaisquer pretextos, “Denegrir, Desmerecer, Desqualificar, Descredenciar” qualquer tipo de sistema, visamos tão somente mostrar o que julgamos ser realmente preciso ser feito, quando se automatiza um condomínio (eliminar postos de trabalhos). Eventualmente poderemos fazer observações específicas apenas com o intuito de alertarmos para possíveis problemas de segurança ou sobre questões que possam trazer alguma situação não esperada ou “não desejada”.

Antes fazer este artigo busquei informações sobre como trabalha (refiro-me ao que cada portaria oferece), a principais no mercado.

O objetivo não é mostrar o que cada uma oferece e apontar erros, pois levandos-se em consideração que “não existe segurança cem por cento garantida em nada”, todos os sistemas disponíveis no mercado em algum momento, poderão apresentar falhas ou alguma deficiência, pois, por mais que se diga que “pensamos em tudo antes de projetarmos”, falhas sempre ocorrerão. Não me refiro necessariamente a falhas no projeto ou na instalação, faço referência “ao impensável”, “ao inimaginável”. Se for levado em consideração a premissa de que “todo ser humano erra” e que os sistemas são elaborados por seres humanos,  então..

Além disso, há que se ter em mente que a Portaria (seja ela qual for) depende da “Colaboração e do Bom Senso de todos” (mencionei todos…) os moradores e que conseguir isso é sem sombra de dúvidas uma “Utopia”, uma “Viagem”, então há que de dizer que riscos e problemas sempre haverão, mesmo com a presença humana.

Os nomes mais procurados são (Não necessariamente neste ordem)

=) Portaria Eletrônica,

=) Portaria Inteligente,

=) Portaria Virtual,

=) Portaria do Futuro.

As demais denominações também aparecem nos sistemas de buscas, porém, com menor incidência.

Como decidir?

Esperamos que após ler este artigo, a resposta possa ser dada por você mesmo (a), pois quando há a pretensão de eliminar serviços de portaria (postos de trabalhos), você precisa saber que o mínimo que precisará; é “repor eletrônicamente” as funções exercidas pelo porteiro e quais são as funções básicas de um potreiro?

Funções básicas do porteiro

*Abre portão social externo (para moradores e visitantes),

*Abre portão social interno (idem),

*Abre portão para veículos externo (para moradores e ou visitantes eventuais previamente autorizados),

*Abre portão para veículos interno (idem),

* Atende visitantes/presadores de serviços (contata o morador e libera ou não),

* Recebe correspondência (carteiro),

* Recebe pequenas encomendas (normamente pequenos objetos comprados via Internet),

* Recebe outros materiais (materais de construção, geladeiras, fogões, máquina de lavar…)

* Põe apartamentos em intercomunicação (quando o sistema de interfonia não é digital),

* Faz monitoramento de imagens,

De modo geral estas são basicamente as funções desenvolvidas pela protaria e, portanto, o mínimo que a automatização precisa oferecer é isso. Se  a maior parte destas necessidades continuarão a se fazer presentes com a ausência do porteiro,  então é necessário definir como isso será feito.

Porém, este é só início.

Antes de continuarmos, precisamos observar que a maior parte dos equipamentos/sistemas que serão descritos, independente de se ter ou não a portaria automatizada (eliminar postos de trabalhos) todos os condomínios deveriam disponibilizar para os moradores, mas infelizmente a maioria não o têm. Quer exemplos? 

=) Qual condomínio não precisa de câmeras? (pode apostar, muito não tem) e boa parte dos que tem, não possuem manutenção ou é um sistema sem gravação de imagens,

=) Qual condomínio não precisa de um sistema de interfonia onde morador fale direto com morador sem a necessidade de intervenção do porteiro, ou seja, se desejo conversar via interfone com outro morador, porque tenho que pedir que o porteiro faça o enlace (a transferência) da ligação? Baseado em vinte e cinco anos de vistorias que já fiz (e farei até o fim dos tempos…) posso garantir que são muitos. Curiosidade: Você sabia que no sistema de “chavinha”, aquela que vai para a esquerda e para a direita, se uma pessoa quiser, pode ouvir toda a conversa? O nome disso é “quebra de sigilo”.

São apenas dois exemplos, mas garanto que isso vai longe.

A não disponibilidade de equipamentos mais modernos e que ofereçam melhores condições de segurança e mobilidade aos morades, na maioria das vezes é de responsabiliade dos moradores, por que?

Enquanto condôminos continuarem com o pensamento de que “Segurança” e “Atualização Tecnológica” é despesa e não investimento, os níveis de “Insegurança”, estarão sempre acima de média e a consequência disso todos já sabemos.

Não vamos criar polêmica, porém, temos a observar o seguinte:

– Ao longo dos anos (quase trinta..) tive a oportunidade e a sorte que conversar com muitos moradores de condomínios (boa parte destes ou são meus contatos) onde aprendi e ensinei algumas coisas. Parte destas conversas (embora não fosse esse o objetivo), me permitiram saber que para comprar um televisor de R$ 4.000,00 (ou mais) ou uma geladeria “que até fala”, não se pensa duas vezes, mas quando em assembléia se ouve que para implementar um “Projeto de Segurança”, por exemplo, será necessário que cada morador “invista” em 10 parcelas de R$ 100,00, a impressão que se tem dos “entre olhares” é que o “mundo está para acabar”. Isso quando não se ouve em conversas ao pé do ouvido “nossa que absurdo, o que vão fazer com tanto dinheiro”…

Voltemos ao nosso foco…

Havendo ou não porteiro à disposição é preciso que o condomínio seja vistoriado de forma minuciosa e s isso, damos o nome de “Projeto de Segurança”.

De posse deste projeto, os moradores terão conhecimento das fragilidades do condomínio. Terão todas as informações necessárias para saberem sobre falhas na segurança que na maioria das vezes desconhecem.

Um “Projeto de Segurança”, será o ponto de partida para a automatização da portaria. Nota: Sobre este tópico, faremos outras observações abaixo:

Exemplos que providências que se fazem necessárias e que não vi na maioria dos projetos que tive a oportundidade de ler: 

=) Proteção Perimetral – Que deve ser necessáriamente composta por “Cerca Eletrificada e Sensor Ativo”, juntos. A cerca eletrificada por si só, *não permite que saiba com exatidão qual lado do condomínio estão tentando invadir.

*Até permite, porém, os recursos técnicos utilizados não dão todas as garantias de que isso ocorrerá, por isso, é mais funcional utilizar os sensores,

=) Holofotes perimetrais – Vistoriar todo o condomínio no período noturno para detectar necessidades (locais escuros),

=) Motor extra – Não estamos nos referindo a “motor reserva”. O motor extra, atuará como segundo motor, ou seja, “motor reserva instalado”. No caso do motor em funcioanamento parar, basta acionar uma chave liga/desliga para o que o reserva passe a funcionar. Neste caso, haverá tempo adequado para que o técnico possa fazer os reparos “In loco” ou retire e o leva para conserto.

=) Sensor antiesmagamento para portões veiculares – Sem estes, o risco de sinistro (tanto para pessoas quanto para veículos quanto para pessoas) é elevadíssimo,

=) Caixa para correspondência – Esta deverá ter tamaho suficiente para receber jornais e revistas,

=) Imagens dos visitantes a disposição em monitor de 7” junto aos aparelhos de interfones – Uma ou outra empresa até oferece este recurso, porém, não disponibiliza imagens sequenciais, ou seja:

-Deve mostrar imagens do visitante  junto ao portão social externo no sentido entrada, depois

-Deve mostrar imagens junto ao portão social interno no sentido entrada, depois

– Deve mostrar imagens junto à porta de vidro no sentido entrada, depois

– Deve mostrar imagens junto aos portões sociais (do interno para o externo ou podemos mencionar, da clausura coomo um todo, assim, será possível se saber, o momento exato de abrir o portão externo). 

Notas: Estas imagens deverão ser disponibilizadas independentemente do morador acompanhar ou não o visitante no sentido saída, pois haverá situações em que o vistiante sairá sem a pesença do morador que estará fazendo o acompanhamento via monitor. 

Em função das dimensões do monitor, não é aconselhável inserir mais de quaro imagens.

Outra forma (econômica) de viabilizar as imagens para o morador, é inserir as imagens nos aparelhos de TVs via TV a cabo (NET) ou via Antena Coletiva. Estas alternativas apresentam certo contratempo, mas que pode ser corrigido. Normalmente, os interfones são instalados na cozinha e as Tvs estão na sala. Toda vez que você atender o interfone terá que ir até sala e sintonizar as imagens (apesar de estar fazendo exercício…) haverá demora no atendimento e liberação. Para equacionar esta questão, no lugar do interfone, poderão ser instalados telefones sem fio, pois no sistema digital cada ponto é um ramal. Assim, se você estiver na sala, poderá levar o aparelho consigo e este fará as mesmas operações que o interfone.

Para saber: Veja abaixo, um modelo de movimentação de pessoas

VISITANTES SENTIDO ENTRADA

Sentido entrada “portão social externo”

– Morador digita *1 (asterísco um) e aciona fechadura

Sentido entrada “portão social inerno”

– Morador digita *2 (asterísco dois) e aciona fechadura

Sentido entrada “junto a porta de vidro (hall)”

– Morador digita *3 (asterísco três) e aciona fechadura

VISITANTES SENTIDO SAÍDA

Sentido saida “junto a porta de vidro (hall)”

– Visitante utiliza botoeira a ser instalada junto a parede

Sentido saida “junto ao portão social interno

– Morador está acompanhando as imagens via monitor e aciona *2 (asterísco dois) e aciona fechadura

Sentido saida “junto ao portão social externo”

– Morador está acompanhando as imagens via monitor e aciona *3 (asterísco três).

Observações: Estes procedimentos deverão ser adotados no caso do morador não poder descer para acompanhar o visitante. Caso faça o acompnhamento, utilizará seu cartão (ou chaveiro de proximidade) o qual trataremos a seguir.

MORADOR JUNTO AOS PORTÕES SOCIAIS

Considerando que não haverá porteiro, como o morador entrará e sairá pelos portões sociais?

– Leitoras de cartões devem ser instaladas nos portões. Para acionar as fechaduras (do portão interno e externo) basta aproximar os cartão. Este mesmo cartão, abrirá a porta de vidro (hall social) ou outras portas que o condmínion queira, como por exemplos, salão de jogos adulto, salão de jogos infantil, brinquedoteca, lan house, salão de ginástica, etc.

Estes cartões serão utilizados tanto no sentido entrada quanto no saída.

MORADOR JUNTO AOS PORTÕES VEICULARES

Para abrir portões veiculares, devem ser utilizados “controle remoto digital”. Dentre os recursos disponíveis, damos destaque para:

– Não podem ser clonados,

– Podem ser cancelados individualmente: Caso um morador perca o transmissor, tenha o carro roubado ou furtado com o transmissor dentro ou um morador mude do condomínio e não se tenha certeza se ele (a) devolveu o transmissor ou não, basta descredenciar o aparelho de forma individual, não precisando, portanto, recolher todos.

No break para portões veiculares – Como será o funcioamento dos portões na falta de energia elétrica se não houver gerador?

 Se o condomínio não tiver recurso eletrônico para que o portão seja aberto e fechado quando o controle remoto é acionado, quem terá que ficar abrindo e fechando portão?, seria o porteiro, mas qual? 

Se fôssemos descrever todos os itens que fazem (ou podem fazer) parte da automatização de uma portaria, dificilmente alguém chegaria até o fim da leitura (as empresas instaladoras com certeza…), por isso, vamos encerrar os exemplos por aqui com as seguintes observações:

Automatizar portarias para “reduizir custos” não se limita apenas a:

– Disponibilizar imagens no apartamento,

– Fornecer cartão (ou chaveiro) de proximidade para abrir portões sociais e de serviços,

– Fornecer controle remoto para abrir e fechar portões de veículos.

Há mais, muito mais.

Há “Portarias” que oferecem a abertura de portas e portões, estando o atendente a kilômetros de distância.

O que precisar ser perguntado é:

Isso é bom ou é ruim? Há ou não riscos em se abrir um portão estando o antendente a quilômetros de distância? 

Para que isso possa ser respondido, é necessário se saber em detalhes (neste caso não posso fazer qualquer tipo de comentário porque desconheço) como é realizado todo o processo, pois não se pode deixar de imaginar que pessoa ou pessoas não autorizadas, podem entrar junto com a pessoa que foi efetivamente autorizada. 

Imagine a seguinte situação: 

– Digamos que um atendente tenha sob sua responsabilidade, quatro condomínios. Não é impossível acontecer que todos tenham pessoas juntos aos portões para serem atendidas. O atendimento em si, pode até ser realizado, pois provavelmente existem outros funcionários que poderão “socorrer” o acúmulo do seu colega, mas e acompanhamento de quem entra?

Em dias de festa como é? Imagine que dois dos quatro condomínios deste atendente tenha festa no mesmo horário, os riscos aumetnam ou não?

Se faltar energia elétrica, como fica? Neste caso, parece-me que para implantação deste tipo de portaria, é preciso que o condomínio tenha gerador.

Há pouco tempo, estive em um condomínio para fazer vistoria com dois objtivos. O primeiro é para colher informações necessárias para realizar um “Projeto de Segurança”, o segundo, para “Verificar possíveis falhas no projeto implantado”. O que posso mencionar a sobre a “Portaria que estava automatizada” é que o projeto estava totalmente equivocado, por assim dizer. A empresa que fez a instalação, se preocupor apenas em fonnecer:

a) Senha para os moradores (Nota: Neste dia, pude ver por várias vezes, que empregadas domésticas tinham um número de senha  anotado e um pedaço de papel e para digitar os números junto ao teclado, ficavam paradas na frente do portão, olando e digitando, olhando e digitando), algo mais a relatar? Sistema de senha não deve, a meu ver, ser implementado em hipótese alguma em condomínios, pois elas podem ser passadas para qualquer pessoa. O mesmo vale para o caso de condomínios que fornecem chaves para os moradores.

b) Neste local não havia sensores (ou qualquer tipo de proteção) na parte frontal do condomínio. Nas laterais e nos fundos onde deveria haver cerca eletrificada e sensor, não havia uma única haste instalada,

c) Não havia sensor anti esmagamento para os portões,

E tantos outros itens que deveriam fazer parte do “Projeto de Segurança, e; por consequência, da “Portaria Automatizada”.

Lembro-me muito bem que neste dia, perguntei ao zelado: “Não é muito arriscado fornecer senha para empregados?”, ele respondeu.

Não é arriscado, porque toda vez que uma empregada digita uma senha, a foto dela aparece no monitor “lá na empresa” e eles só liberam após checar se a senha utilizada pertence de fato a pessoa em questão.

Bem, caros leitores, sei que a tecnologia oferece muitas coisas, mas acreditar que isso esteja acontecendo é um pouco demais, não é?

Lembro novamente, que o objetivo  aqui não é Desqualificar quem ou o que quer que seja, estou apenas sugerindo aos leitores que questionem estas e outras situações.

Um outro tipo de “Portaria Automatizada” é a “Totalmente Eletrônica” por assim dizer, onde não há porteiro distante e quem faz a abertura e fechamento dos portões (sociais e de véiculos) é o morador.

Neste tipo de portaria (óbvio que isso varia de casao a caso), mantém-se um funcionário de dia ou de noite (estou me referindo a condomínios com quantidade superior a 20 apartamentos aproximadamente, pois para quantidade menores, normalmente só se mantém um faxineiro. Cabe lembrar que de caso para caso há variações. O fato de um condmínio ser compostopor menos de 20 apartamentos, por exemplo, não quer dizer que tenha ou não tenha funcionário de dia ou a noite, pois isso depende de estudos específicos).

Da mesma forma que a “Portaria seja lá qual for” é considerada como algo que não se compra pronto, não se pode definir como regra geral, quantos funcionários devem permanecer neste ou naqule condomínio. Cada local deve ser tratado como único, e portanto, os dados aqui fornecidos devem ser considerados como padrão) 

Tais providências podem até ser aplicadas para se dar início a automatização dos serviços de portaria, porém, não deve parar por ai. A adoção destas providências sob determinadas circunstâncias pode substituir parte das funções do porteiro, contudo, não devem ser consideradas como “automatização completa”

É claro que quando uma empresa apresenta apenas estes itens (acrescidos de mais algum “agrado” como no break, bateria..) o projeto terá custo muito menor se comparado ao projeto mais abrangente (adequado), porém, não podemos deixar de destacar que:

“O verdadeiro valor de um projeto não está grafado em reais na última página e sim, inserido no contexto onde o valor real não pode ser mensurado. Se não houver a inclusão de itens importantes, então sua portaria não deve ser automatizada sob pena dos moradores terem um sonho transformado em pesadelo e verem o que poderia ser um investimento se transformar em uma indesejável despesa.

A portaria seja lá que nome venha a ter não é algo que se encontra pronta em distribuidores, é e deve ser feita sob medida e não precisa “necessariamente” ter todos os equipamentos destinados ao seu projeto instalados de imediato. Caso o condomínio não tenha recursos disponíveis para fazer o que deve ser feito, então que o seja de forma planejada, mas que o seja.

A automatização de portaria pode ter (e tem) nomes parecidos, o que não deve acontecer é que a decisão tenha por base exclusivamente o menor valor, pois com certeza absoluta, em algum momento este mais barato “saíra muito mais caro”.

Notas Finais

Síndicos é Síndicas não são (normalmente…) donos (as) do condomínio. São em regra geral proprietários de uma unidade habitacional e que se colocam à disposição para ajudar a coletividade. Para isso, na grande maioria dos casos, deixam de estar com a família, desmarcam compromissos ou chegam atrasados e este, por estarem resolvendo problemas do condomínio. Por isso, não é justo que sejam culpados (em muitos casos) pelo fato do condomínio não ter este ou aquele equipamento ou este ou aquele sistema, pois tenho participado de várias assembléias e quando menos se espera um “Projeto de Segurança” que estava na pauta e que se tinha como certo, não aprovado.

Cada pessoa que mora em condomínio, precisa ter em mente que a responsabilidade é de todos, porém, noventa por cento da responsabilidade quanto a falhas na segurança é sua, pois é ele quem a exemplo de “Cesar”, levanta ou abaixo o dedo, ou seja, dá seu voto a favor ou contra. 

Votar contra é um direito, porém, acima deste direito, existe a obrigação e a responsabilidade de investir em “Segurança/Prevenção”. Imputar responsabilidade ao(a) síndico(a) ou ao porteiro (que não tem a disposição recursos que permitam desenvolver seu trabalho de forma eficiente), muito provavelmente não trará de volta o que lhe fora roubado, a “Paz”.

 

Antonio Roque

Consultor para Assuntos de Segurança Elerônica e Condominial

contato@antonioroque.com.br

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